quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Marley e eu


Finalmente, ano passado tive o prazer de ler esse livro incrível que é Marley e eu. Emociona muito, pelo menos os apaixonados por cachorros como eu. E pra quem não for, procure ler também, quem sabe não acaba entendendo melhor o amor entre cão e dono, né? 
Eu chorei tanto, tanto com o final que minha cabeça quase explodiu de dor e acabei nem indo pra escola e por isso resolvi colocar alguns trechos dos últimos capítulos aqui. Mas antes vou falar um pouco sobre o livro: Bom, quem narra a história é o autor John Grogan (dono de Marley). Ele é recém-casado com Jenny quando resolvem adotar um filhote de labrador a quem dão o nome de Marley.



Obs: Se não quiser acabar sabendo o final do livro antes de lê-lo, não leia os próximos parágrafos, ;-)



Marley se torna um cachorro super mal educado e acompanha a família durante treze anos, quando começa a ter umas crises de torção gástrica, onde John tem duas opções: fazer uma cirurgia em Marley (o que não seria muito bom, pois Marley já está velho e isso o traria muito sofrimento e só retardaria o que mais tarde iria acontecer) ou eutanasiá-lo (esta é a opção escolhida por John).

 E estes são alguns trechos da despedida de John a seu querido cachorro:

“Entrei novamente e perguntei à veterinária se poderia ter alguns minutos a sós com ele. Ela me disse que ele estava fortemente sedado.
_ Fique o tempo que precisar_ disse ela.
Ele estava inconsciente sobre uma maca no chão, tomando soro pela pata. Ajoelhei-me e passei os dedos por seu pêlo, do jeito que ele gostava. Passei a mão pelas suas costas. Ergui cada uma de suas orelhas com a mão _ aquelas orelhas doidinhas que haviam causado tantos problemas todos aqueles anos e que haviam custado o resgate de um rei _ e senti seu peso sobre meus dedos. Abri seus lábios e observei seus dentes gastos. Peguei uma das patas dianteiras e a comprimi em minha mão. Então, encostei minha testa na dele e fiquei ali sentado por algum tempo, como se pudesse telegrafar uma mensagem através de nossos crânios, da minha mente para a dele. Queria que ele soubesse de algumas coisas.
_ Sabe todas aquelas coisas que sempre falamos sobre você? _susurrei. _ Que você era um saco? Não acredite nisso. Não acredite nem por um minuto, Marley.
Ele precisava saber disso e algo mais também. Havia algo que eu nunca lhe dissera, que ninguém nunca lhe disse. Queria que ele ouvisse antes de morrer:
_ Marley _ eu disse _ , você é um grande cachorro.”
UN:F [1.8.1_1037]

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